Terapias
fetais

Na medicina fetal, as intervenções terapéuticas visam corrigir ou minimizar condições que ameaçam a vida do feto ou podem resultar em complicações graves no póx-natal.
Elas podem ser classificadas em dois tipos principais: invasivas e não invasivas. A escolha do método depende da condição a ser tratada. da gravidade, do estágio da gestação e dos riscos envolvidos.

CONCLUSÃO

A escolha entre terapias invasivas e não invasivas depende da condição específica do feto, da idade gestacional e dos riscos envolvidos. Procedimentos invasivos oferecem intervenções potencialmente salvadoras, mas com riscos de complicações, enquanto abordagens não invasivas são preferíveis quando viáveis, devido à sua maior segurança.

A importância dessas terapias reside na possibilidade de intervir precocemente, antes do nascimento, para tratar condições que poderiam ter consequências graves ou até fatais se não fossem abordadas.

Portanto, as terapias fetais, tanto invasivas quanto não invasivas, têm como
objetivo melhorar os desfechos perinatais, reduzir a mortalidade fetal e neonatal, e prevenir complicações a longo prazo.
A seleção da terapia adequada depende da condição fetal específica, do risco materno-fetal associado e do potencial de melhora com a intervenção.

O avanço nessas terapias tem proporcionado uma maior possibilidade de sobrevivência e qualidade de vida para fetos diagnosticados com condições
graves.